Nick Lauda, e os traumas da vida amorosa

Niki Lauda (Andreas Nikolaus Lauda) nasceu em Viena em 22 de fevereiro de 1949. Inicio sua carreira no automobilismo em 1968, participando inicialmente da Fórmula 3 e depois Fórmula 2, até entrar na Fórmula 1 pela equipe March onde teve que investir dinheiro do próprio bolso. Em 1973 Niki é contratado pela escuderia Ferrari para ser seu piloto titular. Em 1975 se tornou campeão mundial pela Ferrari após cinco vitórias consecutivas.

Em 1976 enquanto disputava o GP da Alemanha, a Ferrari de Lauda teve um problema na suspensão fazendo com que o carro de Lauda fosse jogado contra o carro de outro piloto na pista, com o impacto o carro de Lauda pegou fogo, ele sofreu queimaduras graves, e devido ao fato de ter inalado fumaça tóxica, chegou a receber a extrema unção enquanto estava em coma no hospital.

Chegaram a pensar que Niki não sobreviveria e caso sobrevivesse não voltaria a correr mais na Fórmula 1. Porém, Lauda voltou a correr no mesmo ano e em 1977 se tornou campeão mundial novamente. Apesar do trauma e da perda de parte da orelha, ele continuou a correr contrariando todos os prognósticos.

Na história de Nick ele não parou por causa de um trauma, acho que devemos ser assim quanto a relacionamentos.

Acho que todos que me leem já se magoaram alguma vez, e na hora você pensou que aquela dor não fosse passar, mas o que você não viu, foi como aquele evento te mudou, vocês se lembram do personagem de Will Smith no filme “Hitch”? No filme, Will Smith é trocado por sua paixão de faculdade, e isso faz com que depois ele resolva que sua profissão dar a chance de casais se formarem e serem felizes.

É do ser humano pensarmos apenas no ponto ruim de cada situação, até os mais otimistas tem esse problema quando o assunto é o coração, mas lembre-se que aquela situação aconteceu com você para que você possa crescer e tirar uma lição disso, se você foi traído, aprenda que trair machuca e siga em frente, se você foi abandonado ou trocado, aprenda a todo o tempo dar valor aquela pessoa que você tem ao seu lado.

Não devemos deixar que uma tristeza acabe com todas as possibilidades que temos de ser felizes, eu sou a testemunha viva de como isso funciona.

“Um osso pode até se quebrar, mas logo irá se curar e ficar mais forte, um coração também” – Philippe Carvalho

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A bomba atômica e os relacionamentos…

A primeira bomba atômica usou dinamite para ser detonada. Ela possuía uma carga de dinamite e um cronômetro, que após ter sido ativado, causou uma explosão menor e depois uma bem maior. A história nos lembra do que aconteceu no Japão, nos vem aquela imagem de uma criança correndo queimada,  e pensar que aquela explosão que matou tantas pessoas, começou com algo bem pequeno, com 500g de pólvora e um tic tac. Será que isso também não ocorre nos relacionamentos?

Quantas vezes você já brigou feio com o seu parceiro(a)? Não precisa me falar, apenas faça as contas, agora comece a pensar como essas brigas começaram?

Somos humanos e ás vezes estouramos por pouco, já vi casais começarem a discutir por causa de pedido de restaurante, por causa de filme e pasmem, já vi casal terminar por causa de sabor de sorvete.

O que acontece é que muitas vezes acumulamos problemas não tratados em nossos relacionamentos, e vamos nos enchendo deles, até ficarmos estufados, assim como um balão que fica cheio até o seu limite, dessa forma, qualquer pressão externa por menor que seja causa a explosão de uma série de sentimentos, de raiva, de tristeza…

Então vocês se perguntam: “Mas então Tio Lobo, como eu faço para evitar isso?” Simples! Resolva todos os seus problemas a medida que eles aparecem. Um problema que é tratado e corrigido quando aparece não volta a te incomodar, agora se você simplesmente o ignora ele não some, ele fica guardando dentro de você e ao contrário do que você pensa, ele só vai crescendo, de problema, ele vira magoa, de magoa ele se torna uma cicatriz.

Um amigo uma vez me disse, que em determinada etapa do relacionamento, contamos os sorrisos e as cicatrizes e é isso que define se um relacionamento continua ou não.

Eu mais do que ninguém sei que não é fácil tratar todo problema conforme ele aparece, muito menos resolvê-lo, mas nunca podemos deixar de tentar, sente e converse com seu parceiro ou parceira, fale o que te chateia e o ouço o lado dele também, pois ao entrar em um relacionamento, você assumiu o compromisso de tentar fazer feliz a pessoa ao seu lado, por isso dê o seu melhor.

“As magoas são como as águas, pois se acumulam até transbordar e afogar nossos sonhos” – Philippe Carvalho

Vício é vício…

Pesquisando hoje, descobri que existem várias possíveis origens para o nosso conhecido cigarro. Suas primeiras formas teriam sido vistas em pinturas dos templos da América do Sul, eles costumavam fumar o tabaco em cachimbos, que eram fumados em rituais religiosos. Por volta do ano 1830, o cigarro foi inserido na França, ganhando assim uma forma parecida com a de hoje, durante a Guerra da Crimeia, o uso do cigarro se tornou popular pelas tropas francesas e britânicas.

A partir de meados do Século XX, o uso do cigarro cresceu de forma muito rápida, com a ajuda do marketing e da publicidade, que dizia que ele tinha propriedades calmantes, médicos chegavam a recomendar um cigarro para evitar os efeitos do estresse. Todos sabem atualmente os males do cigarro e como ele prejudica a saúde do fumante, alguns deles são:

  • Irritação nos olhos
  • Tosse e cefaléia
  • Aumento dos problemas alérgicos e cardíacos
  • Redução da capacidade respiratória
  • Infecções respiratórias em crianças
  • Aumento do risco de aterosclerose
  • Câncer de pulmão

Mesmo sabendo de todos os dados acima, mesmo com todos os sinais e propagandas que o Ministério da Saúde faz, gastando milhões de reais por ano, os fumantes insistem em fumar.

O ser humano gosta de manter vícios que lhe fazem mal.

Pensem comigo, conhecem alguém que vive um relacionamento onde não se passa nem 1 hora antes do casal começar a brigar? Onde as brigas são marcadas por gritos e até por agressões verbais e físicas? E mesmo assim o casal não se separa, eles sempre prometem mudar e sempre continua igual?

Este tipo de comportamento não é tão incomum quanto você pode estar pensando, no começo o relacionamento começa de forma saudável, a química é boa, o casal parece se dar bem, porém as pessoas começam a projetar no parceiro suas expectativas, e o relacionamento se torna uma obsessão, sendo assim, a pessoa começa a viver em função do relacionamento. E quando o relacionamento começa a dar errado, a pessoa passa a se dedicar cada vez mais, pensando que talvez dessa forma possa salvar o relacionamento.

Quando o relacionamento acaba, essa pessoa ainda está ligada ao ex-namorado(a), dessa forma ainda liga, ainda procura.

Se você está passando por isso, procure ajuda espiritual e psicológica, se você conhece alguém assim, converse com ela, relacionamentos assim, dão origem a crimes passionais.

E lembrem-se, um vício é um vicio, e precisa de tratamento, assim como o fumante sabe que o cigarro faz mal mas não o larga, a pessoa que é viciada em seu relacionamento, sabe que isso faz mal, e vai precisar de ajuda para melhorar.

Revolução e Independência sentimental

No dia 4 julho é comemorado a Revolução Americana de 1776 e também a Independência dos Estados Unidos da América. Durante um bom tempo as treze colônias que compunham o que hoje conhecemos como a maior potência do mundo, foram explorados pela coroa britânica, o que deu início a uma série de revoltadas populares e que culminou na famosa Boston Tea Party (Festa do Chá de Boston), onde americanos disfarçados de indígenas entram em navios britânicos no porto de Boston e jogam todo o carregamento de chá no mar. As revoltas continuaram até que o Estados Unidos da América pediram a independência e criaram a primeira versão da constituição americana, alias foi o primeiro país do mundo a criar uma constituição escrita. Depois disso os anos voaram para essa nação que se tornou um gigante e um dos centros culturais mais fortes tanto no oriente quanto no ocidente, no final a independência conquistada à duras penas, fez mais bem do que mal para os americanos.

E você? Será que não está na hora de lutar pela independência sentimental?

Cresce o número de viciados em relacionamentos, pessoas que não conseguem ficar sozinhas, ou não conseguem estar sozinhas. Ele ou ela dependem de estar se relacionamento. A psicologia explica que no fundo isso se trata de um complexo de baixa auto-estima que faz com que a pessoa sempre precise de atenção. Aposto que vocês conhecem alguém assim, é uma pessoa que só vive tragédias, e as conta da forma mais dramática possível para que você se compadeça e queira saber mais detalhes, é uma pessoa que se diz apaixonada estando com o parceiro a apenas 3 dias e por fim é uma pessoa que faz de todo término de relacionamento um tragédia Shakespeariana.

Eu prefiro estar namorando, é bom ter alguém para mimar, para ser carinhoso, mas aprendi a duras penas a ficar solteiro, ser solteiro, e quando eu falo solteiro não quero dizer disponível e sim, simplesmente solteiro, não é ruim, na verdade é um bom tempo para se investir em si mesmo e para se curar de qualquer trauma que as relações anteriores possam ter causado.

Vivemos em um mundo onde uma pessoa solteira, pode até estar se relacionamento com inúmeras outras pessoas, porém continuar solteira, isso prova a dependência da geração atual no quesito relacionamento. Hoje estar solteiro é como ser um leproso, nunca se vendeu tantas alianças de compromisso como nos últimos cinco anos. Você que são um pouco mais velhos vão se lembrar que quando a moda da “aliança de compromisso” começou, só haviam modelos lisos, sem nenhum dos requintes dos modelos de hoje.

Isso se deve ao aumento de pessoas que só estão felizes quando estão com alguém. E quando não estão namorando, ou ao menos ficando, estão a procura.

Minha dica para os meus caros leitores é a seguinte: Invista em você, leia mais livros, ouça mais música de qualidade, comece a freqüentar academia, se dedique mais as amizades, por fim viva.

Temos que lembrar que os relacionamentos são por sua vez complementos e não pontos centrais da nossa vida.

“Não é fraqueza recorrer aos outros, mas fraco é aquele que torna isso uma dependência” – Philippe Carvalho

Espero que vocês tenham gostado do post, e agente se vê no próximo.

O ioiô e relacionamentos, tudo a ver!

Nos anos 80 e parte dos anos 90 tivemos no Brasil a febre do ioiô da Coca-Cola. Um brinquedo que virou moda entre as crianças e entre alguns adultos também, eu mesmo tive uns dois. Pouco se sabe sobre a invenção deste brinquedo, alguns foram encontrados em ruínas na Grécia, e testes mostraram que eram datados de 2500 anos, isso torna o ele o brinquedo mais antigo do mundo. Nas filipinas os nativos usavam o ioiô como arma, e instrumento de caça, no caso eles colocavam pedras no lugar dos discos e usavam cordas que podiam chegar a 6 metros. Existem profissionais de ioiô no mundo e até campeonatos. Mas será que são somente os ioiôs que vem e voltam?

Quem já não teve um relacionamento que pareceu uma pista de autorama? Sabe aquele relacionamento que começa e termina no mesmo lugar? Isso às vezes acontece, o casal briga sempre, sempre pelas mesmas coisas, termina sempre pelos mesmos motivos,  mas insiste em voltar porque acha que o relacionamento ainda vale a pena. Assim como o atrito entre dois metais, as idas e vindas em um relacionamento geram um desgaste muito grande e podem acabar gerando grandes traumas.

Mas será que devemos voltar? Acredito que a vontade de voltar não deve vir da carência ou do medo de ficar sozinhos, acredito que tem que vir da vontade de mudar. Sim! Só vale a pena voltar quando se tem vontade de mudar o que erramos da primeira vez. Eu conheci um casal que tinha um placar, uma vez ela terminava e na outra ele terminava, e eles viveram assim por dois anos, nada mudava, eles prometiam que iam se acertar, mas sempre erravam pelas mesmas coisas. Isso fez os dois hoje se odiarem, o atrito foi tão grande que o metal gerou magnetismo e hoje eles se repelem.

Não critico quem termina e volta, mas que volte com vontade de mudar gente, conselho do Tio Lobo, “Só volte se tiver certeza, que dessa vez será a última”. Eu tenho um ditado pessoal, cada pessoa só tem 2 chances de fazer a coisa certa em um relacionamento, depois disso pode haver um desgaste tão forte na relação que não pode ser reparado nem pelo melhor conselheiro amoroso.

Então para aqueles que terminam por diversão, e voltam por que não tem nada melhor para fazer, eu só digo uma coisa:

“Nunca retorne, se for retornar para um erro” – Philippe Carvalho

P.S.: Eu agradeço a minha musa inspiradora, minha amiga Luana Almeida, pela inspiração.

A locomotiva e os relacionamentos

O trem a vapor teve enorme importância nos últimos 200 anos de história da humanidade. Ele foi sem dúvida um dos elementos mais importantes da Revolução Industrial, pois permitia que as matérias primas se deslocassem para as fábricas rapidamente. Também foi extremamente necessário para a Primeira e Segunda Guerra Mundiais, levando de forma rápida e boa parte das vezes segura, homens e armas até os locais dos conflitos. Ao redor das estações ferroviárias cresceram cidades e vilas, e a malha ferroviária foi responsável pelo povoamento dos EUA por exemplo. O que pouca gente sabe é que as locomotivas tinham que ser colocadas sempre em movimento, pois quando elas paravam o aço das rodas do trem começavam a enferrujar e o trem tinha de ser desmantelado, pois não era possível mais recuperá-lo. Será que o seu relacionamento não está criando ferrugem?

Essa semana estava pensando em como é fácil um relacionamento ficar estagnado, segundo o dicionário Aurélio, estagnado significa: “Estado de estagnado. 2. Fig. Falta de movimento, de atividade; inércia, paralisação”, em resumo é estar parado. Sabe quando você acorda e de repente repara que o seu relacionamento está estacionado no lugar há muito tempo? Já passei por essa situação e posso dizer com propriedade de causa, que isso é algo muito ruim de se sentir. Quais são os sintomas da estagnação ou “ferrugem”?

Existem vários sintomas, mas irei citar apenas os visíveis a olho nu:

  • Desmotivação: É quando a idéia de ver a pessoa, ou sair para um passeio mais elaborado se torna desinteressante, tudo se torna mais interessante do que dedicar tempo ao namoro, em suma, é quando você prefere ver o Faustão do que ir ver sua namorada(o).
  • Falta de libido: Em muitos relacionamentos onde o casal já chegou a um nível de intimidade maior, é perceptível quando alguém está sem vontade (Vocês entenderam..), a pessoa fica sem paciência, ou literalmente rejeita a outra pessoa, o famoso “Tô com dor de cabeça amor” ou “Tô muito cansado querida…”.
  • Falta de atenção: Isso pode ser sintetizado de várias formas, mas principalmente, é quando a pessoa se esquece de coisas importantes, como levar um vegetariano em uma churrascaria, esquecer aniversário de namoro, casamento, ou esquecer um compromisso marcado com a pessoa.
  • Falta de paciência: Tudo vira uma briga, qualquer discussão vira uma discussão de relacionamento, onde os problemas passados são trazidos a tona.
  • Falta de respeito: Este é o sintoma mais forte, vemos um relacionamento falido quando o respeito não é mais mantido. Quando as pessoas não pensam antes de falar e se magoam com facilidade.

Bem, se você viu que destes 5 itens, o seu relacionamento se encaixa nos 3 primeiros itens da lista, acredito que com força de vontade e muito reeducação o problema pode ser resolvido. Agora se você viu que os itens 4 e 5 já aparecerão, fica a dica: Se a pessoa valer muito a pena, e se for realmente amor, sente, converse e pelo amor de Deus, mude! Porque assim vocês irão continuar juntos, e isso tem que partir de ambos ok? Agora se você acha que a paixão não é mais a mesma e que o desrespeito e a falta de paciência não valem a pena, e olha que é difícil para mim falar isso, termine.

Porque o importante é ser feliz, tentar ao máximo sim, só desistir quando realmente for impossível vencer, mas se lembrar que ninguém deve ser infeliz em um relacionamento. Porque muitas vezes é impossível acabar com toda a ferrugem.

“Quando paramos de tratar o outro como um tesouro raro, esquecemos o sentido de amar” – Philippe Carvalho

Desmoronamentos a vista

O Edifício Palace II situado no Rio de Janeiro, desmoronou em 22 de fevereiro de 1998, foi verificado pelos técnicos da prefeitura que havia várias falhas de estrutura no prédio e que na construção do edifício havia sido utilizada não areia para construção civil e sim areia da praia, e que foi usado entulho ao invés de cimento compactado em algumas áreas da construção como lajes e vigas. No primeiro desabamento 8 pessoas morreram. O prédio teve que ser implodido em 28 de fevereiro e muitos brasileiros irão se lembrar que esse evento foi televisionado em cadeia nacional ao vivo.

O que aconteceu no Palace II foi obra do ex-deputado Sérgio Naya que para conseguir obter um lucro maior sob a venda dos apartamentos se esqueceu dos princípios de segurança e colocou em risco a vida de centenas de moradores e pessoas em volta.

Falhas estruturais são perigosas em qualquer lugar, até mesmo em relacionamentos, hoje em dia estamos acostumados a ver celebridades que se casam após terem namorado 1 semana. A atriz Britney Spears se casou com um amigo e o casamento durou apenas 55 horas! Ok! Isso é provavelmente o record mundial entre as estrelas pop, mas existem casamentos que duram 1 ou 2 anos, e por que será que isso acontece? E não se enganem pensando que isso é luxo de celebridade, este tipo de coisa acontece com pessoas comuns também.

Quantos casamentos dão errado e desabam porque não tiveram a preparação correta? As pessoas mal se conhecem começam a morar juntos e em pouco mais de 2 meses já estão casados, e depois sem conhecer direito um ao outro o casamento dá errado, e isso vai parar no lugar de sempre, no tribunal. Quanto disso podia ser evitado se as pessoas antes de tomar este grande passo na vida, se dessem ao trabalho de conhecer melhor essa pessoa?

Eu sou da idéia arcaica de que casamento é para sempre, e que uma vez tendo dito o “sim”, temos que fazer todo o possível para que dê certo até o fim, ou melhor, “até que a morte os separe”, mas não tem como consertar uma coisa que já começa errada, lembrando mais uma vez do Palace, é como tentar consertar um prédio que está caindo, muitas vezes não sobra nada, nem lembranças boas.

Ninguém quer que no fim o seu casamento, seja olhado pelos outros como um desastre. Não digo que todos os casamentos acabam por causa disso, existem vários outros fatores a se levar em questão, mas a pressa é com certeza uma inimiga forte dos relacionamentos, sempre que pulamos etapas em um relacionamento nos arriscamos a estar criando as fundações de forma errada, e muitas vezes elas não agüentam o peso de um relacionamento sob elas, porque acreditem quando eu digo, que às vezes pesa mais dos que os 22 andares do antigo Palace.

Então se é que eu posso aconselhar sobre algo, vá com calma, curta cada etapa, e chegue na próxima sabendo que terminou a anterior.

“Desistir não deve ser uma opção, mas existem batalhas que já começam perdidas” – Philippe Carvalho